quarta-feira, 25 de maio de 2011

hermenêuticas oníricas quasi-lúdicas

as aranhas em
teias,
que desvios...

as pessoas em
quadras,
que ourivesarias....

(o ouro que eu me dei
retomado em sinais de trânsito
que ao piscar desordenados
só me disseram algo
quanto inventei
que assim eles faziam)

(mas que artifício!,
e o bobo-da-corte existe
pra nos lembrar)

a amada em
negativo,
que trapaça...

a odisséia em
sonho,
que farsa...

(tudo traquinagem, menino,
traquinagem e tudo)

(e os caminhos
menos
movimentados,

...

podem ser atalhos,
sim sim.

sim, claro.
nada de lobo-mau pra você.
sim, claro.)

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